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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

GENERAL ARMSTRONG - NAVAL BATTLE IN HORTA BAY


Em 26 de Setembro de 1814, durante a guerra entre os Estados Unidos e o Reino Unido (1812-1815), ancorou no porto da Horta, o "Brig-of-war General Armstong", era comandado pelo Capitão Samuel Reid, conhecido pelas suas inúmeras vitórias em batalhas navais.

O "General Armstrong", estava equipado com 24 canhões, entre os quais se encontrava seis peças de artilharia de 9 libras, uma delas com o nome de "Long Tom".
Ao fim desse dia, entrou no porto da Horta, três poderosos navios de guerra Ingleses, sob o comando do Almirante Robert Lloyd, no seu conjunto totalizavam 130 peças de artilharia.
O Brigue Americano, confiante que a neutralidade do porto da Horta seria respeitada pelos Ingleses, permaneceu onde estava, mas foi surpreendido durante a noite com a tentativa de assalto por alguns escaleres inimigos, acção esta prontamente desfeita pela artilharia Americana.


Gravura colorida à mão, por Nathaniel Currier (Library of Congress)


Assim teve inicio a batalha, e foi nesta altura que o poderoso canhão conhecido por "Long Tom", começou a fazer a diferença, resistindo a forças superiores Inglesas, até que por fim, o Capitão Reid ordenou o afundamento do Brigue Americano, para este não cair em mãos inimigas.


O afundamento do "General Armstrong", na baía da Horta

Os Ingleses perderam entre mortos e feridos, mais de duas dezenas de homens, enquanto os Americanos tiveram 2 mortos e 7 feridos.
Mas o facto mais decisivo, foi o irremediável atraso na chegada da armada Inglesa ao continente Americano, dando tempo para as tropas Americanas, se prepararem para o ataque, impedindo assim a sua conquista.


A história que se escreveu...

Quanto ao "Long Tom", foi recuperado do fundo da baía da Horta, e fez parte das peças de artilharia do forte de Santa Cruz, onde foi encontrado em 1890, pelo filho do Capitão Reid que veio ver o cenário, onde seu Pai 76 anos antes defrontou três poderosos vasos de guerra Ingleses.

No seu regresso a Washington, pediu ao Presidente dos Estados Unidos, que tentasse junto do Rei Português, a devolução da peça aos Americanos, assim foi e hoje o "Long Tom", encontra-se no Arsenal da Marinha de Guerra em Washington, exposto como recordação dessa batalha naval, travada na baía da Horta.


O "Long Tom" de partida para os Estados Unidos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

SMS SCHLESIEN

A view of Horta harbour from the SMS Schlesien before the outbreak of World War 2.



"SMS Schlesien was one of the five Deutschland class of pre-dreadnought battleships built for the Kaiserliche Marine between 1904 and 1906. Named after the German province of Schlesien, she was built at the Schichau-Werke shipyard in Danzig, where she was launched on 28 May 1906. She was commissioned into the navy on 5 May 1908. The ships of her class were already outdated by the time they entered service, being inferior in size, armor, fire power and speed to the new post-Dreadnought battleships.

After commissioning, Schlesien was assigned to the I Battle Squadron of the High Seas Fleet. She served with the fleet throughout the first two years of World War I; by this time she had been transferred to the II Battle Squadron alongside her four sister ships. Schlesien was present at the Battle of Jutland on 31 May – 1 June 1916, where she was actively engaged only briefly. After Jutland, she was relegated to guard duties before being withdrawn altogether in 1917, when she became a training ship.

The Treaty of Versailles permitted the German navy to retain eight obsolete battleships, which included Schlesien, to defend the German coast. She saw extensive service with the reorganized Reichsmarine; in the 1920s and 30s the ship was rebuilt and eventually converted back into a training ship. Schlesien saw limited combat during World War II, including the invasion of Norway in 1940. Afterward the ship was again given secondary duties. She ended her career as an anti-aircraft ship in the Baltic; in April 1945 Schlesien was steaming to Swinemünde to restock her ammunition and evacuate wounded soldiers when she struck a mine. She sank in shallow water, though much of her superstructure, including her main battery, remained above water. In the remaining months of the war, Schlesien used her heavy artillery to provide support for retreating German ground troops."

in Wikipédia


Fotos - Wikipédia & Photoship.co.uk

terça-feira, 8 de novembro de 2011

JOSHUA SLOCUM


“Terra à vista! Na manhã do dia 19 de Julho de 1895 uma cúpula mística ergueu-se, como uma montanha prateada e solitária, do mar à nossa proa. Embora a terá estivesse completamente escondida pela neblina branca e luzidia que brilhava ao sol como prata polida, estava quase certo de que se tratava da ilha das Flores. Às 4 30 da tarde já estava pelo través. Entretanto a névoa tinha desaparecido. A ilha das Flores fica a 174 milhas do Faial e, embora sendo alta, ficou por descobrir durante muitos anos após a colonização do grupo principal das ilhas.
De manhã cedo, no dia 20 de Julho, avistei o Pico aparecendo por cima das nuvens a estibordo da proa. As terras mais baixas foram surgindo à medida que o sol dissipou o nevoeiro matinal e ilha após ilha começaram a aparecer. Ao aproximar-me mais surgiram os campos cultivados, “ e oh, como são verdes os milheirais!”. Apenas aqueles que tenham visto os Açores do convés de um barco compreendem a beleza das paisagens do meio do oceano. Às 4h 30m da tarde ancorei no Faial, exactamente 18 dias depois do Cabo Sable”.

Foi este o primeiro contacto do navegador solitário Joshua Slocum com os Açores. E foram estas ilhas, mais concretamente a do Faial, a primeira escala daquela que foi a percursora das viagens em solitário à volta do Mundo.
Decorria, então, o ano de 1895 e a vida na Horta e os seus habitantes fascinaram de tal modo este velejador que resolveu ficar por aqui 4 dias.
Deste porto zarpou para Gibraltar com ideias de atravessar o Canal do Suez. Contudo a presença de piratas no Mar Vermelho fê-lo mudar de ideias e tentar atingir o Pacífico pelo sul das Américas. Ironicamente é fora das costas marroquinas que foi perseguido por uma feluca tripulada por piratas mouros.
Conhecedor profundo do regime dos ventos, aproveita os alísios de NE que o levam a Pernambuco onde fundeia 40 dias após a partida de Gibraltar.
Depois é a descida das costas da América do Sul, onde encalha, até ao Estreito de Magalhães.
Embora seja uma navegação quase impossível para um veleiro, o Spray, assim se chama o seu yacht, consegue atravessar este estreito e atingir o Oceano Pacífico, não sem passar por muitas e agitadas peripécias.
Aqui, um temporal obriga-o a partir em fuga e, confundindo a ilha Fury com o Horn, mete-se através duma zona terrível de rochedos e baixios conhecida por Milky Way.
Nova travessia de parte dos canais da Patagónia e Slocum navega rumo ao Pacífico Sul, fazendo escala em Juan Fernandez. Nesta ilha encontra um açoriano, Manuel Carroça, que fora baleeiro nos veleiros americanos e a quem chamavam Rei.
Embora passando perto das Marquesas, Slocum prossegue, sem escalas, até às ilhas Samoa, fundeando em Appia a 16 de Julho de 1896, quase um ano após a sua chegada à Horta.
Newcastle e Sydney, na Austrália, são os destinos seguintes. O Spray tenta dobrar o Cabo Leewin, mas o mau tempo obriga-o a rumar ao Estreito de Torres, depois de uma escala na Tasmânia.
Ilhas Thursday, Cocos Keeling, Rodriguez, Maurícias e a chegada a Durban no outro lado do Índico.
Capetown é o início da 3ª travessia do Atlântico, rumo a casa, via Sta. Helena, Ascenção, Granada e Antigua.
No dia 27 de Junho de 1898 o Spray ancora em Newport RI e Joshua Slocum termina, assim, a primeira circum-navegação de um navegador solitário.


O Navegador

Joshua Slocum nasceu no Canadá em 1844, naturalizando-se americano. Descendente de ingleses, desde criança que se habituou ao convívio com o mar.
Após uma carreira como marinheiro de longo curso, chegou a capitão e a armador de grandes veleiros.
Naufragou nas costas do Brasil com a sua barca Aquidneck que comandava havia já 20 anos. A fim de regressar aos Estados Unidos, construiu um barco de 10,5 m de comprimento que aparelhou em junco e ao qual chamou Liberdade.
Chegou a Washington em 1888 e começou a procurar trabalho na construção naval ou o comando de um navio.
Em 1892, um amigo ofereceu-lhe um barco arruinado que reconstruiu e a bordo do qual realizou a sua viagem de volta ao Mundo.
Esta circum-navegação foi relatada no seu livro “Sailing alone around the World”, um clássico da literatura marítima, no qual Slocum deixou transparecer bem as suas artes de marinheiro, humildade e, também, o seu grande sentido de humor.
Instalou-se em West Tibury e os Invernos começaram a ser passados em Grand Cayman, nas Antilhas.
Joshua Slocum desapareceu no mar, a bordo do Spray, no Outono de 1909.



O Veleiro

O Spray começou a sua carreira como barco pesqueiro na costa leste dos Estados Unidos.
Após muitos e muitos anos dedicados, principalmente à pesca das ostras, foi abandonado num prado nas cercanias de Fairhaven.
E ali teria acabado os seus dias se o Capitão Eben Pierce não o tivesse oferecido ao seu amigo Joshua Slocum.
Com cerca de cem anos e, praticamente, destruído, até as autoridades já tinham perdido o rasto dos documentos do Spray. Mesmo assim havia conhecimento de que tinha pescado ostras no Delaware e que passara por Noank e New Bedford.
No fim de contas foi um barco novo que Slocum construiu sobre os destroços que lhe tinham sido oferecidos.
Terminados os trabalhos, e aparelhado em sloop, o Spray regressou ao mar.
Depois de uma breve tentativa nas pescas e, definitivamente, considerado um yacht com as seguintes características:
Comprimento de fora a fora 11,2 m
Boca 4,32 m
Tonelagem bruta 12,7 t
Aparelhação Sloop com vela quadrangular
Apesar das suas óptimas características e facilidade em manter o rumo, o Spray foi aparelhado em yawl em Puerto Angosto, Patagónia, a fim de repartir a sua área vélica, aparelhação que manteve até ao fim.


João Carlos Fraga

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

JANEIRO 1968

Voltamos à nossa fonte de recordações, o jornal "Telégrafo", que noticiava no dia 16 de Janeiro de 1968 o seguinte: "Entre as Flores e o Faial, afundou-se o navio "Laketon" que vinha rebocado pelo "Koral".
"Na noite de anteontem apesar do mau tempo, atracaram com facilidade ao molhe da doca o rebocador Polaco "Koral" e o navio quebra gelo Canadiano "Saurel", sendo rebocado desde Quebec - Canadá."

Koral - photoship.co.uk

"O "Koral" da mesma procedência trazia  igualmente a reboque o navio de lagos "Laketon" de cerca de 5000 toneladas, também Canadiano, mas como vinha com "água aberta" desde à dias, afundou-se entre as Flores e o Faial.

Laketon - photoship.co.uk

Saurel - Canadian Coast Guard 

Créditos:

Pesquisa - Aurélio Vieira

Fotos (Koral e Laketon) - photoship.co.uk

Foto (Saurel) - Canadian Coast Guard

terça-feira, 13 de setembro de 2011

BACK TO 1921

Voltamos ao jornal " O Telégrafo" para recordar algumas visitas de rebocadores ao nosso porto nesse ano:

No dia 15 de Janeiro de 1921, foi consignado à Bensaúde o rebocador Inglês "St. Minver" de 413 tons. e 19 tripulantes.

Launched in 1919 / end service in 1940

Other names: Abeille XXII (foto seguinte)



A 17 de Janeiro foi a vez do rebocador Inglês " St. Erth", de 441 tons.

Owner: Royal Navy (1919–1925)

J. Fenwick and Co. (1925–1964, except for RAN service)

Royal Australian Navy (1940–1942 and 1943–1947)

Builder: Murdoch and Murray Ltd, Port Glasgow

Launched: 28 February 1919

Completed: May 1919

Commissioned: RN: May 1919–September 1925

RAN: 3 July 1941–13 August 1942 and 25 February 1943–12 February 1947

Reclassified: St Erth (1919–1925)

Heros (1925–1964) (foto)

Fate: Scrapped in December 1966

General characteristics

Class and type: Rescue/Saint class ocean tug

Type: Tugboat

Displacement: 382 gross tons

Length: 135.4 ft (41.3 m)

Beam: 29 ft (8.8 m)

Draught: 13.6 ft (4.1 m)

Propulsion: 1200hp

Speed: 12 knots (22 km/h)

Complement: 32 (RAN service)

Armament: One twelve pounder gun, two 0.303
 Vickers machine guns, two depth charge racks,
two PAC rocket projectors (RAN service)

Heros (foto e informação - Wikipédia)

No mesmo dia, visitou também o Porto da Horta, o rebocador Inglês "St. Catherine" de 444 tons.

"Polaris (tug)
At Vancouver, B.C. the 135.5-foot ocean tug Polaris (the former British Admiralty tug St. Catherine and Canadian National No. 2), having returned from extended charter service to U.S. military forces in Vietnam, was sold by North Pacific Towing & Salvage Ltd., to Gulf of Georgia Towing Co. She was assigned to the 5,500-ton oil and limerock barge Gulf Alladin, receiving another name change to Gulf Freda. Gordon Newell, Maritime Events of 1968, H. W. McCurdy Marine History of the Pacific Northwest 1966 to 1975, p.44."

Citation: Tacoma Public Library


A 14 de Fevereiro, foi a vez do rebocador Inglês "St. Athan" de 419 tons. Foto seguinte.


Finalmente a 9 de Março do mesmo ano, e também consignado à Bensaúde, temos o rebocador Inglês "St. Finbarr" de 467 tons.

"HMS St Finbarr
Rescue Tug, Saint Class - W.22
Built by Fleming & Ferguson Paisley, Yard No 463, on 7/7/1919. Broken up at Sorel P.Q., Canada, in March 1961
423 GRT; 860t displacement
135ft 6in x 29ft x 14ft 6in
Single screw, TE 3cyl, coal fired 1250ihp, giving, 12 knots
Designed Armament 1 x 12pdr
Completed December 1919 and delivered to the Admiralty
1923 sold to the Canadian Government , Department of the Interior (Coastguard Service) and renamed FRANKLIN
Also used as a lightship supply vessel
1958 sold out of Canadian Govt (Department of Trade) service."

in - Clyde Maritime Forum

Pesquisa - Aurélio Resendes Vieira / Luís Correia

quinta-feira, 10 de março de 2011

A ODISSEIA FRIEND

LLANGIBBY CASTLE


No dia 22 de Outubro de 2010, contámos a história deste navio, ainda no outro blog (http://ship-spotting-in-faial.blogspot.com/search/label/Llangibby%20Castle), hoje voltamos ao assunto, para contar uma verdadeira "odisseia" de um interveniente directo nesta história.

"Em Janeiro de 1942 aportava à Horta um barco de transporte de tropas inglesas, de nome «Llangibby Castle», o qual tinha sofrido estragos provocados por um submarino alemão. Nesse ataque morreram três membros da Royal Navy. A bordo vinha um atirador, John Friend que, 62 anos depois veio conhecer a ilha que apenas tinha visto do seu barco."   O Telégrafo - 2 de Setembro de 2004

Assim foi, seis décadas depois da ocorrência, este britânico, cumpriu o sonho de visitar a ilha do Faial, isto porque na altura, Portugal era um país neutral, por isso, John nunca teve permissão para pisar terra firme.
Foi o concluir de uma história, o fechar de um círculo para este homem que esteve durante 15 dias a poucos metros da ilha azul, sem a poder visitar, mas algo ficou lá dentro, certamente a "mística" que envolve esta Baía e que faz milhares a visitarem ano após ano, ou vir cá simplesmente pela primeira vez.

Um agradecimento especial ao Sr. Francisco Gonçalves, pela recolha desta história.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

NISOS ZAKYNTHOS


"Rebocador Grego de 1.047 tons. e 19 tripulantes, consignou-se à Fayal Coal e veio embarcar 3 motoristas para a sua tripulação". - Jornal "O Telégrafo" - 02 de Março de 1968


Pesquisa - Aurélio Vieira
Photo - photoship.co.uk

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

NEW FRONTIER

Ao longo do tempo, temos visto que o Porto da Horta, já há muitos anos está estratégicamente posicionado para prestar assistência médica aos navios de longo curso, hoje aqui deixamos mais um desses casos, mais concretamente no dia 29 de Fevereiro de 1968, segundo relata o Telégrafo:



"Cargueiro Liberiano de 18.083 tons. e 39 tripulantes, vem de Roterdão e destina-se ao Brasil com farinha de soja. Veio desembarcar um tripulante doente, tendo-se consignado à Bensaúde."

Pesquisa - Aurélio Vieira
Photo - photoship.co.uk

sábado, 29 de janeiro de 2011

HÉRCULES

Telégrafo - 15 de Fevereiro de 1968

"A qualquer momento é esperado no nosso Porto o rebocador Noruegês "Hércules", que no reboque do cargueiro "Dianet" vem substituir o "Jason" de menor potência que ontem saiu com destino a Lisboa".


Photo - photoship.co.uk

Pesquisa - Aurélio Vieira

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

BUFFALLO


"Cargueiro Norueguês de 6.963 tons. e 43 tripulantes deixou doente. Consignado à Bensaúde".  - Jornal "O Telégrafo - 26 de Abril de 1968

Pesquisa - Aurélio Vieira
Photo - photoship.co.uk

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

NAVIOS DE TURISMO NA HORTA

Assim relatava o jornal "O Telégrafo", no dia 07 de Abril de 1968, eram eles:

ORCADES - Inglês


ANCERVILLE - FRANCÊS


 STATENDAM - HOLANDÊS

(já publicado no outro blog, pode ser visto aqui)

Todos consignados à Bensaúde.


Pesquisa - Aurélio Vieira

Photos - photoship.co.uk

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

PRINS DER NEDERLANDER


"Este paquete Holandês de 7.552 tons. e 88 tripulantes, tendo 160 passageiros em trânsito esteve ontem no nosso porto a fim de consultar médico para um passageiro. Este navio há uns 2 anos, depois de ter encalhado nas Flores, esteve a ser reparado no Porto da Horta. Consignou-se à "Fayal Coal"."

O Telégrafo - 8 de Fevereiro de 1968

Pesquisa - Aurélio Vieira

Photo - photoship.co.uk

domingo, 23 de janeiro de 2011

NORTHLAND

24 de Abril de 1968 - Jornal "O Telégrafo"

"Northland - Cargueiro Norueguês de 4.907 tons. e 34 tripulantes deixou ontem um tripulante doente. Consignou-se à Bensaúde."

Pesquisa - Aurélio Vieira



Photos - photoship.co.uk

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

PRAIA DA ADRAGA

Jornal "O Telégrafo" - 19 de Abril de 1967
Noticiava que tinha chegado ao Porto da Horta o rebocador Português, "Praia da Adraga", de 516 toneladas e 25 tripulantes procedente de Lisboa.


Foto gentilmente cedida pelo Sr. Pedro Macieira.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

HISPANIA

Jornal " O Telégrafo" - 26 de Novembro de 1935

"Chegou hoje da Terra Nova, para abastecer carvão e mantimentos, o navio de pesca Hispania com 1199 toneladas." Era comandado pelo Comandante Gabriel Santo Domingo, tem 57 tripulantes e segue para Passages.

photo - photoship.co.uk

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

D'ENTRECASTEAUX (A757)

Jornal "O Telégrafo" - 09 de Maio de 1973

" ARMADA FRANCESA - O NAVIO-OCEANOGRÁFICO "D'ENTRECASTEAUX" CHEGA À HORTA NO DIA 14.

Segundo comunicado recebido pelo agente-consular da França Sr. Dr. Luís Carlos Decq Motta, pelas 8 horas do próximo dia 14 deverá atracar ao molhe da doca, o navio-oceanográfico da Armada Francesa «D'Entrecasteaux» que permanecerá até à manhã do dia 16. Trata-se de uma visita destinada a reabastecimento de provisões e a dar descanso à tripulação após um mês de operações no alto-mar.
O navio desloca 2.200 tons, e é comandado pelo capitão de fragata Gayardon de Fenoyl, tendo 88 homens de tripulação. A bordo encontra-se igualmente a Missão Oceanográfica do Atlântico chefiada pelo engº. Schrumpf. Esta missão é constituída por mais 24 elementos da Armada tendo ainda um engenheiro e três técnicos civis."

photo - photoship.co.uk


Dimensions:

Lenght: 96.00 m

Beam: 13.00 m

Draft: 4.20 m